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Câmara de bronzeamento põe a pele em risco; veja opções

19 dez 2013
07h13
atualizado em 20/12/2013 às 09h12
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Manter o bronzeado em dia para arrasar na estação mais quente do ano se tornou uma tarefa fácil diante dos inúmeros tratamentos oferecidos pelo mercado estético. Conhecidas mundialmente por proporcionarem a tão desejada pele morena em poucas horas, as câmaras de bronzeamento artificial, no entanto, devem ser completamente banidas do ritual de beleza feminino. 

Fontes de radiação ultravioleta A e também UVA, considerada mais potente que o próprio sol por conseguir atravessar a epiderme e atingir profundamente as camadas da pele, alterando as células responsáveis pela sua regeneração, esses equipamentos aceleram o envelhecimento precoce, além de expor as usuárias a um possível aumento da incidência de câncer de pele. “O bronzeamento artificial feito em câmaras aumenta o risco de melanoma, a forma mais letal do câncer de pele, em cerca de 75% de chances”, afirma Vanessa Metz, especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).

Também vale a pena ressaltar que a adesão a esse tipo de procedimento, proibido no Brasil desde 2009, pode facilitar o surgimento da doença em pessoas de todas as idades, além de ocasionar outros efeitos nada agradáveis, como flacidez, manchas e até mesmo rugas. 

Alternativas
Soluções eficazes e bem menos invasivas do que as câmeras de bronzeamento, os produtos autobronzeadores podem ser usados sem medo por quem deseja deixar a pele dourada e bonita de maneira segura e, principalmente, saudável. “Para acelerar o bronzeamento, recomenda-se o uso de autobronzeadores 30 minutos antes de tomar sol ou aplicá-los de cinco em cinco dias para manter o tom bronzeado”, aconselha a especialista. Em casa, a dica é deixar os produtos autobronzeadores agirem por uma hora antes de removê-los. 

Outra forma que se tornou bastante conhecida entre as adeptas da “cor do pecado” são os bronzeadores a jato. Neste método, aplica-se um spray autobronzeador com substância que reage com a melanina da pele, estimulando a epiderme a fixar a coloração, sem expor a usuária a vermelhidão ou queimaduras.

Os efeitos dos procedimentos escolhidos também podem ser potencializados com a exposição ao sol em horários adequados, sempre acompanhada pela aplicação do filtro solar com fator de proteção adequado para cada tipo de pele. 

Fonte: Agência Hélice Fonte: Terra

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